Resenha de 1222

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Autora: Anne Holt                                                                    Editora: Fundamento

Oi gente! Hoje vim trazer mais uma resenha para vocês, e esse é de um livro que eu tenho há muito tempo, ganhei da editora quando ainda trabalhava na livraria e ficou parado na minha estante por uns três anos, até que um dia, decidindo minha próxima leitura, olhei para ele e me perguntei por que ainda não tinha lido, quando vi a sinopse para relembrar sobre o que era a história me interessei, então resolvi lê-lo finalmente!

A sinopse oficial é essa:

A 1222 metros de altitude, um acidente de trem. Uma impiedosa nevasca. Um hotel centenário. E um assassinato! Uma ex-policial, tão astuta e brilhante quanto sarcástica e antissocial, é a única pessoa capaz de solucionar o mistério da morte de um dos 269 passageiros de um trem descarrilado. Isolados do resto do mundo por causa da neve, uma atmosfera de medo, hostilidade e desconfiança instala-se no hotel onde eles se refugiaram.

Mas Hanne não quer se envolver. Ela sabe que a verdade cobra um preço muito alto. Ao longo dos anos, sua busca por justiça lhe custou o amor de sua vida, sua carreira na polícia de Oslo e a própria mobilidade.

No entanto, encurralada por um assassino, encurralada pela pior nevasca da história, Hanne – e os outros passageiros – não tem saída.

Em uma situação extrema, as máscaras logo caem… E, nesse grupo, muitas pessoas não são o que parecem. Aliando sua capacidade de dedução a seu instinto, Hanne mergulha em um enigma difícil e surpreendente.

Hanne Wilhelmsen é uma ex-policial, muito inteligente, mal humorada e antissocial, que após levar em tiro nas costas, enquanto ainda estava na polícia, fica presa a uma cadeira de rodas. Durante Hanne uma viagem para consultar um especialista, seu trem descarrila devido a uma nevasca e ela e os outros passageiros são socorridos e levados a um hotel. Eles estavam a 1222 metros de altitude, em Finse, na maior nevasca já vista e para a “sorte” deles, só o maquinista morreu no acidente e entre os passageiros, havia oito médicos para cuidar dos muitos feridos.

Presos no hotel até o tempo melhorar, todos são recebidos pela gerente e bem acomodados, porém durante a primeira noite um assassinato acontece, Cato Hammer, um conhecido pastor que estava no trem, é encontrado morto. Sem poder esperar pela polícia, Hanne tenta descobrir quem é o assassino antes que mais mortes aconteçam.

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Gostei muito da história, apesar de achar impossível gostar da protagonista! Hahahah

A Hanne é muito sarcástica, ácida e mal humorada, mas é muito inteligente também, não gosta que sintam pena dela e gosta de fazer tudo sozinha.

A leitura é bem rápida, a quantidade de detalhes não é exagerada, só gostaria de saber mais sobre a história da ex-policial, não que faça falta no livro, mas seria bom para conseguir uma conexão com a personagem.

O suspense é na medida certa, mas não espere muitas surpresas, acho que fica claro quem é o assassino bem antes do final, mesmo assim, a história me agradou bastante e recomendo aos amantes de suspense.

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“Mas meus sentimentos eram reservados para uma minoria.

Conforme o tempo passava, cada vez mais minoria, devo confessar.” Pag. 136.

Por Amanda Padovan

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2 comentários sobre “Resenha de 1222

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