Resenha de Fora de Mim – Martha Medeiros

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Autora: Martha Medeiros             Editora: Objetiva

Sinopse:

Autora do best-seller Divã, novela irônica e bem-humorada sobre uma mulher que enfrenta o fim de seu casamento arrastado em plena crise dos 40, Martha Medeiros faz agora de seus leitores testemunhas de outro momento, talvez mais crucial e terrível na relação amorosa – aquele em que a paixão acaba, por mais intensa que tenha sido.
Em Fora de mim, a autora vai ainda mais fundo na descrição de sentimentos universais provocados por essa perda, comparada por ela a um acidente de avião, em que os sobreviventes ‘percebem a perda de altitude, a potência enfraquecida das turbinas e o desastre iminente, até que acontece a parada definitiva da aeronave, (…) e sobe do chão um silêncio absoluto, (…) a quietude amortizante de quem não respira, não pensa, não sente nada ainda.’ A autora inicia sua narrativa visceral no instante da despedida, da queda, do fim trágico, nem além nem aquém da dor maior: quando se tem a certeza de que não há mais volta. Aos poucos, o leitor vai compreendendo como tudo aconteceu, como tudo afinal foi ficando fora de controle. Recém-separada de um casamento longo e pacífico, a protagonista se apaixona loucamente, embora não cegamente, por um outro homem, de personalidade conturbada, com quem vive uma intensa paixão. Consciente do mergulho, a mulher pressente que no fundo daquela relação só acabaria encontrando a escuridão da dor. Mesmo assim, dá o salto. E perde. A entrega aqui é um vício sem saída.

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Quotes de Eu estive aqui – Gayle Forman


“O dia está lindo, cheio da promessa da primavera: céu limpo, nuvens fofas, cheiro adocicado das primeiras flores trazidos pela brisa. É injusto que haja dias como este. Que a primavera precise chegar. Parte de mim acha que o inverno deveria continuar este ano.” Pág. 50

“Ela era o meu sol, e então meu sol se apagou. Imagine só se o Sol se apagasse de verdade. Talvez ainda restasse vida sobre a Terra, mas você iria continuar querendo viver? Será que eu quero continuar vivendo aqui?” Pág.120

“… Mas, neste último ano, aconteceram tantas merdas na minha vida que começo a me questionar se eu tenho mesmo uma vida ou se o que eu achava que era minha vida é na verdade uma ilusão, ou talvez um delírio. Porque, para mim, isso não parece vida.” Pág. 122

Talvez a sua melhor metade, como você a chama, não passasse de uma muleta. Pode ser aterrorizante, depois de tanto tempo usando uma muleta, se ver sem ela. Talvez agora você esteja enfrentando esse processo de ajuste.” Pág. 126

Por Amanda Padovan

Resenha O Último Adeus – Cynthia Hand

Desculpa, mãe, mas eu estava muito vazio.

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Autor: Cynthia Hand

Editora: Darkside Books

Sinopse oficial:

“A autora de fantasia que está encantando leitores com a força de sua escrita lança seu primeiro romance contemporâneo – uma trama comovente e impactante situada nos dias de hoje. Depois de sucessos internacionais como a saga Sobrenatural, Cynthia Hand demonstra todo o seu talento numa história sobre perda, culpa e superação. O Último Adeus é narrado em primeira pessoa por Lex, uma garota de 18 anos que começa a escrever um diário a pedido do seu terapeuta, como forma de conseguir expressar seus sentimentos retraídos. Há apenas sete semanas, Tyler, seu irmão mais novo, cometeu suicídio, e ela não consegue mais se lembrar de como é se sentir feliz. O divórcio dos seus pais, as provas para entrar na universidade, os gastos com seu carro velho. Ter que lidar com a rotina mergulhada numa apatia profunda é um desafio diário que ela não tem como evitar. E no meio desse vazio, Lex e sua mãe começam a sentir a presença do irmão. Fantasma, loucura ou apenas a saudade
falando alto? Eis uma das grandes questões desse livro apaixonante.”

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“Eles não entendem. Que estão esperando por aquele telefonema que mudará tudo. Que cada um vai acabar se sentindo como eu. Porque alguém que eles amam vai morrer. É uma das certezas mais cruéis da vida.” Pág. 21.

Alexis Riggs não imaginava que sua vida mudaria alguns dias antes do Natal. Não imaginava que o irmão, Tyler, pegaria um rifle de caça e tiraria a própria vida na garagem de casa. Agora, sete semanas após o incidente ela está sentada na sala do seu terapeuta Dave tentando não falar sobre tudo o que Dave quer que ela fale. Ou que pelo menos escreva no caderno que dá a ela como uma saída para explicar tudo o que está sentindo.

O problema é que Lex não sabe como falar sobre isso. Há muito que dizer, mas ela não sabe se as pessoas irão realmente entender. Por isso se afasta dos amigos e termina com seu namorado Steve. Seu único contato humano, além de Dave é sua mãe que se afoga cada vez mais no Valium e no vinho. Como se não bastasse pela primeira vez ela tira uma nota baixa na matéria que ela mais ama, matemática. Ainda, como se não fosse suficiente, ela e a mãe sentem a presença do irmão na casa.

“As melhores coisas são assim, Lex, as mais lindas. Parte da beleza vem do fato de elas viverem pouco.” Pág. 63.

Lex não acredita em fantasmas, mas o perfume do irmão pode ser sentido nos cômodos da casa e ela acha que está ficando louca quando vê o irmão no corredor e atrás dela no espelho do quarto. Sadie, sua amiga de infância e com quem tinha perdido contato – afinal todos nós crescemos e não da mesma maneira – acredita nela e a ajuda a desvendar o que está acontecendo.

Elas acreditam que Ty tinha assuntos inacabados, isso explicaria a carta endereçada à ex-namorada Ashley, mas nunca entregue. Ou a ausência da foto do pai, com quem Ty não se dava bem desde que esse os deixara para morar com outra mulher, no quadro de lembranças que o próprio Ty preparou para seu funeral. Ou talvez fosse um chamado para ajudar Damian, o único amigo ainda vivo do trio formado por Tyler, Patrick – que se matou algumas semanas depois, e Damian. Lex tenta concertar tudo sem saber se quer fazer isso para ajudar o irmão ou para se ajudar.

“O perdão é confuso, Alexis, porque, no fim, tem mais a ver com você do que com a pessoa que está sendo perdoada.” Pág. 288.

Cynthia Hand nos apresenta a história de uma garota que aos 18 anos não deveria se preocupar com nada mais do que os amigos, o namorado e a carta de admissão do MIT, mas que no fim se vê afundada no buraco em seu peito que lhe causa tanta dor que às vezes é difícil respirar. Não há nada pior que perder alguém que amamos. Talvez a única coisa pior seja continuar a viver sem esse alguém ao nosso lado.

O Último Adeus é sobre a culpa que todos carregamos quando não conseguimos evitar uma perda trágica, a mãe e o pai de Lex dividem a culpa por achar que poderiam ter feito mais para evitar a morte do filho. A culpa de Ashley que acredita que poderia ter feito mais para ajudar Tyler assim como Lex que acha que deixou o irmão na mão quando ele mais precisou dela. E também a culpa que se joga em Ty, afinal, como ele pode fazer isso com elas? Como pode ser tão egoísta e deixa-las com um simples recado grudado no espelho, e um tiro no meio do peito.

“Você não poderia tê-lo salvado”, respondo. “Ninguém além dele mesmo poderia tê-lo salvado.” Pág. 326.

É sobre o perdão, sobre Lex e Tyler perdoarem o pai por ele tê-los deixado. É sobre Lex perdoar o próprio irmão. É sobre aceitação, aceitarmos que não dá para evitar ou corrigir o passado e que temos de ter força para recomeçar, entender que recomeçar não é fácil e muito menos rápido – que às vezes teremos recaídas, mas que precisamos tentar. Lex precisa lembrar sua mãe que ainda há motivos para viver e que aqueles que amamos nunca se vão realmente… Pois sempre teremos um pouco deles em nós mesmos.

O Último Adeus ainda levanta uma questão e um alerta importante sobre o suicídio entre jovens, no ano passado a OMS, Organização Mundial da Saúde, revelou que o suicídio é a maior causa de morte de jovens entre 16 e 29 anos, ficando atrás de acidentes de trânsito e à frente do HIV. Sendo a principal causa dos suicídios a depressão, também a ansiedade, violência e vício em drogas como outras causas. Ainda segundo a OMS 90% dos casos podem ser prevenidos, existem centrais de ajudas como a CVV, Centro de Valorização da Vida que oferece ajuda 24 horas pelo telefone 141 ou pelo site www.cvv.org.br.

Por Bárbara Nakano

Resenha de Arquivos Serial Killers – Louco ou Cruel? – Ilana Casoy

Histórias reais. Assassinos reais.

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Autora: Ilana Casoy         Editora: DarkSide

Sinopse:

A primeira parte de Louco ou Cruel? aborda os serial killers sob diversos aspectos e à luz da Criminologia, do Direito, da Psiquiatria e da Psicologia, e dedica-se a dissecar este universo, analisando como tudo começa, quem são as vítimas, os aspectos gerais e psicológicos, os mitos e as crenças, o perfil do criminoso, a psicologia investigativa, a análise do local do crime e a encenação/organização da cena. Na segunda parte do livro, Casoy apresenta em detalhes 16 casos de serial killers que chocaram e marcaram o século XX, entre eles Albert Fish, Ed Gein, Ted Bundy, Andrei Chikatilo, Jeffrey Dahmer, Aileen Wuornos e o Zodíaco, cuja identidade segue desconhecida até hoje. Histórias que habitam as entranhas da humanidade e o que ela tem de pior: frieza, perversidade e falta de sensibilidade que acabam por produzir o mal em escalas inimagináveis.

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Comprinhas de Junho

Olá nerds!
Vim mostrar as comprinhas de junho, antes tarde do que nunca! Hahahaha

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Eu sei, eu sei, eu tinha prometido não fazer mais comprinhas até a Bienal, mas quem é a louca das promoções?? Sim, eu! Então aproveitei uma promoção da Saraiva de livros da DarkSide Books e um da Record, dessa vez foram poucos. Hahahaha

Foram esses:

Todo dia

Todo dia

Neste novo romance, David Levithan leva a criatividade a outro patamar. Seu protagonista, A, acorda todo dia em um corpo diferente. Não importa o lugar, o gênero ou a personalidade, A precisa se adaptar ao novo corpo, mesmo que só por um dia. Depois de 16 anos vivendo assim, A já aprendeu a seguir as próprias regras: nunca interferir, nem se envolver. Até que uma manhã acorda no corpo de Justin e conhece sua namorada, Rhiannon. A partir desse momento, todas as suas prioridades mudam, e, conforme se envolvem mais, lutando para se reencontrar a cada 24 horas, A e Rhiannon precisam questionar tudo em nome do amor.

 

O Último Adeus

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“Desculpa, mãe, mas eu estava muito vazio.” – Tyler

A autora de fantasia que está encantando leitores com a força de sua escrita lança seu primeiro romance contemporâneo – uma trama comovente e impactante situada nos dias de hoje. Depois de sucessos internacionais como a saga Sobrenatural, Cynthia Hand demonstra todo o seu talento numa história sobre perda, culpa e superação. O Último Adeus é narrado em primeira pessoa por Lex, uma garota de 18 anos que começa a escrever um diário a pedido do seu terapeuta, como forma de conseguir expressar seus sentimentos retraídos. Há apenas sete semanas, Tyler, seu irmão mais novo, cometeu suicídio, e ela não consegue mais se lembrar de como é se sentir feliz. O divórcio dos seus pais, as provas para entrar na universidade, os gastos com seu carro velho. Ter que lidar com a rotina mergulhada numa apatia profunda é um desafio diário que ela não tem como evitar. E no meio desse vazio, Lex e sua mãe começam a sentir a presença do irmão. Fantasma, loucura ou apenas a saudade falando alto? Eis uma das grandes questões desse livro apaixonante. O Último Adeus é sobre o que vem depois da morte, quando todo mundo parece estar seguindo adiante com sua própria vida, menos você. Lex busca uma forma de lidar com seus sentimentos e tem apenas nós, leitores, como amigos e confidentes. Cynthia Hand divide seu tempo entre o sul da Califórnia, onde vive com o marido e o filho, e o sudeste de Idaho, perto das Montanhas Teton. Escritora best-seller do New York Times, Hand dá aulas de escrita criativa na Universidade de Pepperdine. Na mesma linha de Os 13 Porquês (Jay Asher) e Se eu Ficar (Gayle Forman), O Último Adeus é o seu primeiro romance contemporâneo. “Um romance emocionalmente complexo e poderoso que permanece com os leitores muito tempo após fecharmos o livro. Brilhante e ao mesmo tempo de estilhaçar de dor, com vida e esperança.”

 

A Noiva Fantasma

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Até que a morte os aproxime
“Certa noite, meu pai me perguntou se eu gostaria de me tornar uma noiva fantasma…”
1893. Li Lan é uma jovem que recebeu educação e cultura, mas que vive sem grandes perspectivas depois da falência de seus pais. Até surgir uma proposta capaz de mudar sua vida para sempre: casar-se com o herdeiro de uma família rica e poderosa. Há apenas um detalhe: seu noivo está morto.
“A Noiva Fantasma”, que a DarkSide® Books publica no Brasil em 2015, é o surpreendente romance de estreia de Yangsze Choo, a escritora de ascendência oriental que está encantando fãs por todo o mundo.
Por mais fantásticas que pareçam, as noivas fantasmas ainda resistem até hoje em parte da cultura asiática. A prática, que chegou a ser banida por Mao Tsé-Tung durante a Revolução Cultural, foi muito frequente na China e na Malaia (hoje Malásia) no final do século XIX. O casamento era usado para tranquilizar um espírito inquieto, e garantir um lar e estabilidade para as mulheres que diziam sim a maridos já falecidos. É claro que elas tinham um preço alto a pagar, e com Li Lan não seria diferente.
Evocando obras como Lugar Nenhum, de Neil Gaiman, A Noiva Fantasma é uma história impressionante sobre o amor sobrenatural e sobre o amadurecimento, escrita por uma extraordinária nova voz da ficção contemporânea. Eleito o Livro da Semana pela Oprah.com, entrou em diversas listas de melhores livros do ano, como Indie Next List’s Pick, Glamour Magazine Beach Read, The Bookseller Editor’s Pick e Library Journal Barbara’s Pick.

 

Exorcismo

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A história real que inspirou o clássico O Exorcista.
“Livrai-nos de todo o mal, amém.”
Um fenômeno quase paranormal atingiu o mundo em 1973. Multidões sofreram de náuseas, desmaios, alucinações e calafrios, numa histeria coletiva sem precedentes. Todos aparentemente possuídos por um filme: o já clássico O Exorcista, dirigido por William Friedkin e adaptado do romance que o roteirista Willian Peter Blatty lançara dois anos antes e que completa 45 anos em 2016.
Se a ficção consegue ser tão assustadora, imagine o poder contido na história real? Muitos não sabem, mas a obra-prima de W. Peter Blatty não se trata de uma invenção. Ela foi inspirada num fenômeno ainda mais sombrio, desses que a ciência não consegue explicar: um exorcismo de verdade.
A história real aconteceu em 1949, e você pode conhecê-la — se tiver coragem! — no livro Exorcismo, do jornalista Thomas B. Allen, Exorcismo narra em detalhes os fatos que aconteceram com Robert Mannheim, um jovem norte-americano de 14 anos que gostava de brincar com sua tábua ouija, presente que ganhou de uma tia que achava ser possível se comunicar com os mortos.
Thomas B. Allen contou com uma santa contribuição para a pesquisa do seu trabalho. Ele teve acesso ao diário de um padre jesuíta que auxiliou o exorcista Bowdern. Como resultado, seu livro é considerado o mais completo relato de um exorcismo pela Igreja Católica desde a Idade Média. Os investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren definiram a obra de Thomas B. Allen como um documento fascinante e imparcial sobre a lluta diária entre o bem e o mal.

 

O Menino de Desenhava Monstros

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Um livro para fazer você fechar as cortinas e conferir se não há nada embaixo da cama antes de dormir. O Menino que Desenhava Monstros ganhará uma adaptação para os cinemas, dirigida por ninguém menos que James Wan, o diretor de Jogos Mortais e Invocação do Mal.
Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar. Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais. Na superfície, O Menino que Desenhava Monstros é uma história sobre pais fazendo o melhor para criar um filho com certo grau de autismo, mas é também uma história sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador. O romance de Keith Donohue é umthriller psicológico que mistura fantasia e realidade para surpreender o leitor do início ao fim ao evocar o clima das histórias de terror japonesas. Keith Donohue é o autor do best-seller The Stolen Child, além de The Angels of Destruction e Centuries of June. Seus livros já foram traduzidos para mais de doze idiomas. O Menino que Desenhava Monstros chamou tanto a atenção do público que rapidamente teve seus direitos vendidos para o cinema. O autor, que tem Ph.D. em Inglês pela Catholic University of America, vive em Maryland. Saiba mais emkeithdonohue.com. “Fiquei encantado e me perguntava como uma história poderia ser tão assustadora e delicada. Os monstros do pequeno Jack também são nossos.”

 

The Kiss of Deception

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Plante ilusões e você colherá do mundo grandes decepções.
A força feminina é a grande estrela neste romance de Mary E. Pearson. Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas – menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro?
O primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para a história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o romance de Pearson é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos fazer repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor e como ele pode nos enganar, e de uma protagonista em busca de sua liberdade e felicidade a qualquer custo.

 

Box Arquivos Serial Killers – Ilana Casoy

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A nova edição chega em um box, com o cuidado quase psicopata já conhecido da editora. Além do box, que inclui os dois títulos, os livros serão vendidos separadamente. Tudo para atender aos nossos exigentes leitores e para deixar a edição à altura da nossa primeira autora nacional. Ilana Casoy é autoridade no que diz respeito a mentes criminosas e resolução de crimes no Brasil. Para escrever seu primeiro livro, a escritora mergulhou em arquivos da polícia e da Justiça, do FBI e da Scotland Yard, além de ter feito extensas pesquisas em livros e artigos de jornais e revistas para compor um inquietante roteiro de como, por que razão e com que métodos os serial killers agem. Perturbador e por muitas vezes comovente, o relato de Casoy, escrito depois de rigorosa pesquisa em diversas fontes, nos apresenta histórias que nem a ficção e o cinema conseguiram imaginar.

Arquivos Serial Killers: Ilana Casoy – Louco ou Cruel?
A primeira parte de Louco ou Cruel? aborda os serial killers sob diversos aspectos e à luz da Criminologia, do Direito, da Psiquiatria e da Psicologia, e dedica-se a dissecar este universo, analisando como tudo começa, quem são as vítimas, os aspectos gerais e psicológicos, os mitos e as crenças, o perfil do criminoso, a psicologia investigativa, a análise do local do crime e a encenação/organização da cena. Na segunda parte do livro, Casoy apresenta em detalhes 16 casos de serial killers que chocaram e marcaram o século XX, entre eles Albert Fish, Ed Gein, Ted Bundy, Andrei Chikatilo, Jeffrey Dahmer, Aileen Wuornos e o Zodíaco, cuja identidade segue desconhecida até hoje. Histórias que habitam as entranhas da humanidade e o que ela tem de pior: frieza, perversidade e falta de sensibilidade que acabam por produzir o mal em escalas inimagináveis.

Arquivos Serial Killers: Ilana Casoy – Made in Brazil
Após o sucesso do seu primeiro livro, Ilana Casoy dedicou-se a uma pesquisa rigorosa para investigar os serial killers brasileiros, no que viria a ser o primeiro livro do gênero dedicado aos assassinos em série do Brasil. Foram cinco anos de pesquisas, visitas a arquivos públicos, manicômios e penitenciárias, além de entrevistas cara a cara com personificações do mal em terras tupiniquins, para compor um inquietante roteiro com rigor investigativo de como, por quê e com que métodos os serial killers brasileiros atuam. Em Made in Brazil, Casoy relata sete casos de serial killers brasileiros, três dos quais ela entrevistou pessoalmente: Marcelo Costa de Andrade, o vampiro de Niterói, um dos casos e depoimentos mais chocantes do currículo da autora; Francisco Costa Rocha, o Chico Picadinho; e Pedro Rodrigues Filho, o Pedrinho Matador. Um relato cruel feito pelos próprios assassinos, conduzido com maestria por quem entende do assunto, que procura guiar o leitor pela sinuosa mente de pessoas frias e com movimentos mais que premeditados para o mal. Além deles, a autora se debruça sobre a vida e os crimes de José Augusto do Amaral (Preto Amaral), Febronio Índio do Brasil, Benedito Moreira de Carvalho (Monstro de Guaianases) e José Paz Bezerra (Monstro do Morumbi).

E vocês, compraram muitos livros em Junho?

Por Amanda Padovan

Lançamentos Editoras Gente e Única – Julho

Olá nerds!

Vim mostrar os lançamentos de Julho das Editoras Gente e Única! Vamos ver os títulos?

CAPA_Fique com alguem que nao tenha duvidasTítulo: Fique com alguém que não tenha dúvidas
Autor: Marina Barbieri
Selo: Única
ISBN: 978-85-67028-86-6
Páginas: 192
Gênero: Não ficção/Autobiografia
Preço de capa: R$ 29,90
Link para compra

Uma das maiores certezas da vida é que todo mundo vai sofrer por amor.
Desnecessário dizer que todo mundo já teve uma história amorosa que deu errado. E se ainda não teve, um dia vai ter. Mas por que isso acontece com tanta gente e com tanta frequência? Falta de sorte? Dificuldade em dialogar? Falta de leitura do outro? Nada disso. A verdade é uma só: quando desejamos muito uma pessoa, ignoramos todos os sinais, os aprendizados e a experiência que temos e insistimos cegamente, mesmo que as chances estejam contra nós.
Sim, a paixão nos faz crer nas desculpas mais esfarrapadas e a descrer nos avisos mais óbvios, e então nos boicotamos tentando acreditar na ilusão de que dessa vez vai ser diferente. Nunca é.
Marina Barbieri está há anos tentando impedir suas leitoras de se enganarem. Autora do Deu Ruim, um dos blogs sobre relacionamentos de maior sucesso no Brasil, Marina Barbieri fala neste livro sobre tudo aquilo que no fundo você já sabe, mas se recusa a assumir. Você vai conhecer personagens que provavelmente já deve ter encontrado, como o sr. FeitoPara-Casar, o sr. Distância e o sr. Problema, entre tantas outras figurinhas que estão perambulando por aí e vez ou outra atravessam a sua vida.
Prepare-se para alternar entre rir alto e chorar baixinho com crônicas da vida de todos nós quando se trata de amor (ou da falta dele). Marina Barbieri compartilha com seus leitores as roubadas amorosas da própria vida, mostrando que amar pode ser mais simples do que nós fazemos parecer.

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Resenha de Elevador 16 – Rodrigo de Oliveira

elevador 16Sinopse

“Estamos em 2017. Cientistas descobrem um planeta vermelho em rota de colisão com a Terra. Depois de muito pânico nos quatro cantos do mundo, eles asseguram que passaria a uma distancia segura. E todos ficam tranquilos acreditando que nada iria acontecer… Mas não podiam estar mais enganados. No dia em que o planeta estaria mais visível, enquanto todo mundo se preparava para observar o fenômeno a olho nu, um grupo seguia para um compromisso chato: trabalhar num sábado na empresa de processamento de dados, pois estavam com muitos projetos atrasados. Na hora do almoço, 16 pessoas entram no elevador… mas ele pára entre dois andares. As comunicações não funcionam, nem alarmes, nem celulares, ninguém aparece para ajudar. E eles não sabem que, em todo o mundo, algo muito estranho aconteceu. Em poucos segundos, 10 pessoas caem num surto coletivo, como que desmaiadas. Entre o desespero, tentativas de busca por ajuda, um deles começa a abrir os olhos, mas eram olhos vazios, olhos do mal… Este livro conta uma história que ocorre no exato momento em que o nosso mundo se transforma. Traz personagens que vivem o intenso evento cósmico que mudaria a Terra para sempre”

Mariana é uma jovem que descobre estar grávida do namorado, o problema é que o relacionamento não está indo bem e estava caminhando para o término e ela não esperava por um bebê, na verdade ela nem está pronta para isso. Sua vida está muito atribulada no trabalho, até o teste de gravidez é feito no banheiro do escritório, e após fazê-lo, ela conta o resultado para Raul, o namorado que também trabalha na empresa. A reação de Raul é a pior possível e eles têm uma briga bem feia.

Depois da briga as 16 pessoas que estão no escritório decidem ir almoçar e entram no elevador, mas o elevador para no meio do trajeto, entre dois andares, o alarme começa a tocar, os telefones não funcionam e pouco tempo depois 10 dessas pessoas desmaiam, inclusive Raul, ao ver a cena Mariana se desespera, ela estava com raiva do namorado, mas não quer que aconteça nada com ele. Porém o desmaio é o menor dos problemas deles, já que as pessoas começam a acordar, só que estão muito estranhos, os olhos estão brancos e estão muito agressivos e começam a atacá-los.

Eles precisam fugir, mas será que o prédio todo está assim? Será que a ajuda está a caminho?

Sinceramente eu fujo de livros e filmes de zumbi (mas adoro The Walking Dead, vai entender), o único que li foi Zumbis x Unicórnios, mas encontrei Elevador 16 grátis no iBooks e a capa me chamou tanto a atenção que não resisti.
O livro é bem curtinho, é um conto que faz parte da série As Crônicas dos Mortos e deve ser lido antes do terceiro livro, ou antes de todos, como eu fiz. 😀

Achei a leitura bem rápida, até por ser um livro com poucas páginas, mas também por ter várias cenas de cheias de adrenalina e que te faz ficar torcendo pelos personagens.
Gostei muito da protagonista, não é aquela mocinha cheia de nhem nhem nhem, sabe? Ela sabe a hora de agir, é inteligente e vai fazer de tudo para se salvar.

Já fiquei cheia de vontade de ler os outros livros da série e se você gosta de livros cheios de ação e zumbis você vai gostar desse!

“Ela sabia que teria que reunir coragem para continuar lutando ou estaria perdida. Não havia mais jeito: ou matava aquele desgraçado ou morreria.”

Por Amanda Padovan

Top 5 – Livros para rir

E aí nerds!

Eu postei aqui os 5 livros que mais me fizeram chorar e agora decidi fazer a lista dos que me fizeram rir muuito! Sabe aquele livro que você não pode ler em público ou vão te achar uma louca, gargalhando sozinha? Então, vou mostrar quais foram os que fizeram isso comigo:

1.Fiquei com seu número

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Esse foi o primeiro livro da Sophie Kinsella que eu li, presente e recomendação da Bárbara, e foi amor ao primeiro capítulo! Sério! A Sophie é incrível! As histórias dela são hilárias e muito boas! Fiquei com seu número é o meu preferido, lembro que comecei a ler no último dia do ano e me atrasei muito para a virada porque não conseguia parar de ler e quando voltei para casa depois da festa tive que correr para terminá-lo! No dia seguinte eu parecia um zumbi, por ter virado a noite lendo! Hahaha

2. O segredo de Emma Corrigan

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Bom, é da Sophie Kinsella também, então, adivinhem?? É pra morrer de rir! A Emma apronta cada uma, dá cada fora! Enquanto estava lendo eu ria tanto que minha mãe foi ver o que estava acontecendo e não entendeu nada! hahahaha

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Comprinhas no Paraguai

Olá nerds!

Hoje vim falar da minha viagem de férias e das comprinhas que fiz lá!
Tirei a primeira quinzena de Julho de férias do trabalho e aproveitando que meu curso de inglês também estava, viajei para Foz do Iguaçu com minha avó, uma amiga e a avó dela e acabei dando uma passadinha no Paraguai para fazer comprinhas!

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Fui para Ciudad del Este, que fica super pertinho de Foz, tem ônibus a cada 15 minutos para lá e a passagem custa R$5,00, vi que era mais seguro e rápido ir e voltar de ônibus, já que de carro o risco de roubo é bem grande e de táxi demora e fica caro, mas se você gosta de conforto, aconselho a ir de outro jeito, porque o ônibus chega até a ser engraçado, primeiro o motorista também é cobrador e ele nem precisa de um ponto para parar e pegar passageiros, se você acenar ele para no meio da rua mesmo! Sério, eu fiz isso! Haahahaha

Além disso, o estado de conservação dos ônibus é bem precário e a quantidade de bancos é mínima, então a chance de você ir em pé é bem grande e eles ficam bem lotados, mas levei tudo na brincadeira e foi até divertido! Juro! Hahahaha

Bom, chegando lá demos uma olhada nas barracas, são muitas, então só passamos por algumas e na primeira comprei essa linda mochila de coruja por R$35,00, achei que valeu a pena. Comprei também uma jaqueta por R$50,00.
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Resenha de Filha da Floresta

Os cisnes estão chegando, devem chegar esta noite…

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Autor: Juliet Marillier                  Editora: Butterfly

Sinopse oficial:

“O domínio de Sevenwaters é um lugar remoto, estranho, guardado e preservado por homens silenciosos e criaturas encantadas, além dos sábios druidas, que deslizam pelos bosques vestidos com seus longos mantos… No crepúsculo celta da velha Irlanda, quando o mito era lei e a magia uma força da natureza, esta é a história de Sorcha, a sétima filha de um sétimo filho, o soturno Lorde Colum, e dos seus seis amados irmãos, vítimas de uma terrível maldição que somente Sorcha é capaz de quebrar. Em sua difícil tarefa, imposta pelos Seres da Floresta, a jovem se vê dividida entre o dever, que significa a quebra do encantamento que aprisiona seus irmãos, e um amor cada vez mais forte, e proibido, pelo guerreiro que lhe prometeu proteção.”

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