QUOTES – ESSA LUZ TÃO BRILHANTE

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“Mas, bom, eu fiz tudo o que a mamãe teria feito. Pelo menos, tentei. Mas o universo sabe muito bem que estou brincando, fingindo seguir um manual que eu gostaria de ter. Mesmo assim, quando eu dei um beijo de despedida no topo escuro e macio de Wren, ela entrou saltitante na escola. Isso deve valer alguma coisa.” Pág. 8.

“A minha mão podia estar tremendo, mas eu tinha que entregar a faca àquela garota desconhecida, mesmo sabendo que podia ser afiada […] Sinto as lâminas roçarem minha garganta e fico torcendo para que as mãos que seguram as facas sejam firmes.” Pág. 28.

“- Acho que todos nós temos que agradecer pelas pequenas coisas. – Parece a coisa certa a se dizer.” Pág. 30.

“- Amo tanto você que chego a ficar doente. – argumentou ela, e eu soube que era verdade porque sua voz falhou.” Pág. 51.

“- Ele é um homem bom, sabe? – disse ela.
Ela parecia tão desesperada para que aquilo fosse verdade que eu tive que me virar para o outro lado. Eu sabia que ela não estava sorrindo porque tudo ficaria bem. Ela estava sorrindo porque não ficaria, e porque não havia mais nada que ela pudesse fazer.” Pág. 54

“Estamos deitadas juntas na cama. Eu me enrolo ao redor dela. Ela apoia a cabeça no meu braço e eu a abraço forte.
Não sei dizer quem nós tem mais medo de ficar sozinha.” Pág. 57.

“- Sinto muito se você está triste, querida – lamenta quando chego à porta. – É mesmo uma pena. Você foi uma criança muito alegre.” Pág. 74.

“Sinto muitas coisas ao mesmo tempo. A urgência de sair correndo. A urgência de pular em cima dele para ver se ele me segura ou se me deixa cair.” Pág. 77.

“Afasto o nariz do vidro e me viro para ele. Isso machuca meus olhos. Ele me machuca inteira.” Pág. 85.

“ele está olhando para mim. Sinto isso através das pálpebras. Abro os olhos e o encaro, me esforçando a não desviar o olhar. Espero que ele não esteja me contemplando como se tentasse chegar à solução de uma equação matemática muito longa.” Pág. 95.

“- Estou confuso, Lucille. O que é esta menina ridícula que eu conheço desde sempre? – Ele apoia a cabeça nas mãos, olha para o chão. – Será que está interessada em mim? Será que só curiosa? Esta menina é inacreditável. Os olhos dela, Lucille, você devia ver os olhos dela.
Eu preciso me segurar, literalmente agarro o sofá embaixo de mim para que eu não escorregue de novo para o colo dele. Nem conheço esta pessoa que sou quando estou com ele.” Pág. 100.

“Fico achando que ele vai cair fora, que eu fiz com que ele se sentisse supermal, mas, em vez disso, ele chega mais perto e me abraça. Meu corpo treme. Estou tão presa entre a vontade e a magoa que fico achando que nunca vou conseguir escapar.” Pág. 126.

“- Não é uma loucura o fato de a minha vida toda estar despedaçada e o seu irmão ser a pessoa que me causa mais problemas?” pág. 143.

“- Ah, Lulu. – Não. Na verdade, não. Naquela noite em que o seu nariz sangrou, que você ficou toda maluca, eu vi como ele olhava para você, como ele estava pronto pra colocar tudo a perder por sua causa.” Pág. 144.

“Não tenho nada sem ele. Nada. Nada além de fúria. Mas estou cansa de ser um respirador humano, de Digby ser meu único oxigênio. Isso não pode ser bom. Para ninguém.” Pág. 145.

“Quero minha espada e meu escudo, e quero salvar Eden porque ela é o amor para mim agora, mas não tenho essas coisas, e como iriam me ajudar a lutar contra a água?” pág. 146.

“O coração dele bate contra mim como se estivesse se esforçando para respirar, como se estivesse desembestado e quisesse fugir. Minha vontade é entrar no peito dele e segurá-lo com as mãos. Quero ficar aqui para sempre.” Pág. 152.

“- E, Lu, confie em mim quando digo que, não importa o que aconteça, nunca vai ser chato.
– O que? A vizinhança? Vai ser, sim. Vai ser um saco pra sempre.
– Não. – Eden fez uma careta quando John e Digby começaram a voltar na direção da casa. – Não a vizinhança, boba. Estou falando da vida.” Pág. 166.

“Segredos não são nada bons. Acho que todo mundo tem um. Ou tem coisas que não quer revelar sobre si mesmo, por não estar pronto. Algumas coisas continuam especiais por mais tempo quando ficam guardadas com a gente, mas outras apodrecem quando a gente não pode falar.” Pág. 183.

“É aí que ele me beija. É diferente de todas as vezes anteriores. Não é como se ele fosse morrer se não me beijasse. Não é como se estivesse roubando o beijo. É como se estivesse pegando o que é dele. Como se estivesse entregando o beijo.
Como se estivesse cedendo.” Pág. 188.

“Explique qual é o objetivo de viver se você não estiver disposta a lutar pelas verdades do seu coração, a correr o risco de se machucar.
Você precisa ter fúria.” Pág. 195.

Por Bárbara Nakano

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