Resenha de O Perfume da Folha de Chá

Autora: Dinah Jefferies            Editora: Paralela

Em 1925, a jovem Gwendolyn Hooper parte de navio da Escócia para se encontrar com seu marido, Laurence, no exótico Ceilão, do outro lado do mundo. Recém-casados e apaixonados, eles são a definição do casal aristocrático perfeito: a bela dama britânica e o proprietário de uma das fazendas de chás mais prósperas do império.
Mas ao chegar à mansão na paradisíaca propriedade Hooper, nada é como Gwendolyn imaginava: os funcionários parecem rancorosos e calados, e os vizinhos, traiçoeiros. Seu marido, apesar de afetuoso, demonstra guardar segredos sombrios do passado e recusa-se a conversar sobre certos assuntos.
Ao descobrir que está grávida, a jovem sente-se feliz pela primeira vez desde que chegou ao Ceilão. Mas, no dia de dar à luz, algo inesperado se revela. Agora, é ela quem se vê obrigada a manter em sigilo algo terrível, sob o preço de ver sua família desfeita

Nesse romance de época, Gwen é uma jovem recém-casada totalmente apaixonada pelo marido, dono de uma importante fazenda de chá no Ceilão, por isso a jovem precisa se mudar para o outro lado do mundo, aprender as responsabilidades de uma casa e conviver com funcionários frios que não falam sua língua e que parecem não respeitar sua autoridade e com sua cunhada que tem uma relação conturbada com o casal, além disso, tem que se acostumar a estar sozinha, sem seus pais e sua amada prima.

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Comprinhas do Dia da Mulher Saraiva

Oláaaa!!!

Demorei, mas voltei! E vim pra mostrar que apesar de sumida, a compulsão por livros continua e olha minha última compra:

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A Sutil Arte De Ligar o Foda-Se – De R$ 29,90 por R$ 11,45.

Ainda Sou Eu – De R$ 39,90 por R$ 15,95.

Como Organizar Sua Vida Financeira – De R$ 39,90 por R$ 12,45.

Entre Quatro Paredes – De R$ 34,90 por R$ 14,45.

Fale! De R$ 39,90 por R$ 16,45.

Fazendo meu filme 3 – De R$ 39,80 por R$ 14,95.

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Resenha Convite para um homicídio – Agatha Christie

Autora: Agatha Christie

Sinopse:

Durante uma manhã no vilarejo inglês de Chipping Cleghorn, um anúncio no jornal convida à todos para presenciar um homicídio. Pensando ser apenas um jogo de detetive, os vizinhos comparecem em peso. Em meio a passados e jogos de aparências, o cenário descortinado busca revelar que ninguém é o que parece ser. Para resolver o mistério, a polícia conta com Miss Jane Marple. Por trás dos cabelos brancos e das agulhas de tricô, a velhinha tem conhecimento do ser humano e das atrocidades de que ele é capaz.

A história começa no calmo vilarejo de Chipping Cleghorn, quando em uma manhã um estranho anúncio aparece no jornal, é um convite, mas não para uma festa e sim para um homicídio. Curiosos, mas pensando se tratar de um jogo de detetive, muitos vizinhos aparecem, o que eles não esperavam era que alguém realmente morreria naquela tarde.

Com poucas pistas e muitos suspeitos, a polícia recorre a ajuda de Miss Jane Marple para resolver o caso e vão descobrir que ninguém é quem parece ser.

Convite para um homicídio é um livro cheio de mistério e reviravoltas, daqueles que você cria 1001 suposições em sua cabeça para ver que nenhuma delas estava certa. A leitura flui muito bem e se torna muito rápida. Mais uma vez a rainha do crime Agatha Christie me surpreendeu, já virei fã!!!

Por Amanda Padovan

Resenha – Tartarugas até lá embaixo – John Green

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Autor: John Green              Editora: Intrínseca

Sinopse:

Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo. A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância -, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.

Finalmente um dos meus autores preferidos, lança mais um livro, depois de anos! Em sua obra mais recente, John Green conta a história de Aza Holmes, uma adolescente que além de lidar com os problemas normais dos jovens da sua idade, ela precisa lidar com o TOC (Transtorno obsessivo compulsivo) que a acompanha desde criança.

Quando o pai milionário de um dos seus amigos de infância desaparece, ela e Daisy, sua melhor amiga, decidem ajudar a encontrá-lo e receber uma gorda recompensa. E essa busca se mostra muito mais complexa quando percebe que além de encontrar uma pessoa desaparecida, precisa entender seus sentimentos, lidar com seus problemas, medos e com o TOC.

“O verdadeiro terror não é ter medo, é não ter escolha senão senti-lo.” (pág. 28)

Tartarugas até lá embaixo é um livro lindo, mas angustiante também. Ava nos mostra como sua cabeça funciona, como seus medos e pensamentos se tornam um espiral interminável que faz com que só o que consiga pensar seja nos micróbios e bactérias que entram em contato com seu corpo em um simples beijo ou em um almoço, que provavelmente levarão a uma infecção e a morte. Pode parecer bobo, mas na cabeça dela essa possibilidade é real e faz com que todos os seus pensamentos sejam direcionados a isso. E você consegue imaginar como isso é difícil? Como pode fazer a pessoa que convive com isso ter problemas em seus relacionamentos, ou em suas tarefas diárias?

Enfim, apesar do mistério do desaparecimento de uma pessoa, o ponto alto do livro é a luta diária da protagonista para conviver com o TOC e mesmo assim manter uma vida boa com sua família, amigos, escola. Ah, e sabem quem convive com o TOC?? O próprio autor! John Green sofre com o transtorno e viu no livro a possibilidade de expressar o que sentia.

Preciso dizer mais alguma coisa? Não né? Tartarugas até lá embaixo é um livro emocionante e encantador, um dos meus preferidos do autor, já foi pra minha lista de favoritos da vida!!! Ah, e vocês vão entender o porquê do título do livro durante a leitura! 😀

“No fundo ninguém entende o que se passa com o outro. Está todo mundo preso dentro de si mesmo.” (pág. 228)

Por Amanda Padovan

Resenha de O Caso dos dez negrinhos

Autora: Agatha Christie
Sinopse:
Dez pessoas diferentes recebem um mesmo convite para passar um fim de semana na remota Ilha do Soldado. Na primeira noite, após o jantar, elas ouvem uma voz acusando cada uma de um crime oculto cometido no passado. Mortes inexplicáveis e inescapáveis então se sucedem. E a cada convidado eliminado, também desaparece um dos soldadinhos que enfeitam a mesa de jantar. Quem poderia saber dos dez crimes distintos? Quem se arvoraria em seu juiz e carrasco? Como escapar da próxima execução?

Depois de ouvir muito sobre a autora e de muita gente ficar chocada por nunca ter lido nenhum de seus livros, finalmente li uma obra de Agatha Christie!! Aeeee!!

Bom, já posso dizer que minhas expectativas eram bem altas, né?! Afinal, todos me diziam que ela era a rainha do crime, e já que adoro esse tipo de livro, iria adorá-la!
O livro começa com várias pessoas viajando com destino a uma ilha depois de receberem um convite de um conhecido. Entre convidados e empregados, dez pessoas se hospedam na casa.
E logo na primeira noite são pegos de surpresa por uma gravação que acusa a cada um deles de um crime, por não se conhecerem, ninguém sabe até que ponto o que foi dito na gravação é verdade e quando mortes começam a acontecer entre eles, ninguém mais sabe em quem pode confiar.
A história se desenvolve em torno de um poema infantil que está na parede do quarto de cada hóspede:
“Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove; Um deles se engasgou e então ficaram nove. Nove negrinhos sem dormir: não é biscoito! Um deles cai no sono, e então ficaram oito. Oito negrinhos vão a Devon de charrete; Um não quis mais voltar, e então ficaram sete. Sete negrinhos vão rachar lenha, mas eis Que um deles se corta, e então ficaram seis. Seis negrinhos de uma colméia fazem brinco; A um pica uma abelha, e então ficaram cinco. Cinco negrinhos no foro, a tomar os ares; Um ali foi julgado, e então ficaram dois pares. Quatro negrinhos no mar; a um tragou de vez. O arenque defumado, e então ficaram três. Três negrinhos passeando no Zoo. E depois? O urso abraçou um, e então ficaram dois. Dois negrinhos brincando ao sol, sem medo algum; Um deles se queimou, e então ficou só um. Um negrinho aqui está a sós, apenas um; Ele então se enforcou, e não ficou nenhum.”
Uma trama envolvente, cheia de suspense e mistério, realmente a autora é incrível, a leitura é muito rápida e quando eu começava a desconfiar de alguma personagem a autora dava um jeito de me mostrar que eu estava terrivelmente errada, até tentei descobrir quem era o assassino, mas não cheguei nem perto. Então se você gosta de um bom mistério, ou romance policial, leia esse e me conte se conseguiu acertar quem era o assassino! Duvidoo! 😀
Ah! Vocês não vão encontrar mais esse livro com esse nome, atualmente encontrarão como “E não sobrou nenhum”, mudaram para evitar acusações de racismo.

Resenha de Pequenas Grandes Mentiras

Autora: Liane Moriarty                  Editora: Intrínseca

Sinopse:

Depois do sucesso de O segredo do meu marido, a autora australiana Liane Moriarty apresenta um livro ousado sobre as perigosas meias verdade que contamos a nós mesmos para sobreviver.

Com muita bebida e pouca comida, o encontro de pais dos alunos da Escola Pirriwee tem tudo para dar errado. Fantasiados de Audrey Hepburn e Elvis, os adultos começam a discutir já no portão de entrada, e, da varanda onde um pequeno grupo se juntou, alguém cai e morre.

Quem morreu? Foi acidente? Se foi homicídio, quem matou?

Pequenas grandes mentiras conta a história de três mulheres, cada uma delas diante de uma encruzilhada.

Madeleine é forte e decidida. No segundo casamento, está muito chateada porque a filha do primeiro relacionamento quer morar com o pai e a jovem madrasta. Não bastasse isso, Skye, a filha do ex-marido com a nova mulher, está matriculada no mesmo jardim de infância da caçula de Madeline.

Celeste, mãe dos gêmeos Max e Josh, é uma mulher invejável. É magra, rica e bonita, e seu casamento com Perry parece perfeito demais para ser verdade.

Celeste e Madeleine ficam amigas de Jane, a jovem mãe solteira que se mudou para a cidade com o filho, Ziggy, fruto de uma noite malsucedida.

Quando Ziggy é acusado de bullying, as opiniões dos pais se dividem. As tensões nos pequenos grupos de mães vão aumentando até o fatídico dia em que alguém cai da varanda da escola e morre. Pais e professores têm impressões frequentemente contraditórias e a verdade fica difícil de ser alcançada.
Ao colocar em cena ex-maridos e segundas esposas, mãe e filhas, violência e escândalos familiares, Liane Moriarty escreveu um livro viciante, inteligente e bem-humorado, com observações perspicazes sobre a natureza humana.

Pequenas Grandes Mentiras começa com uma morte em um evento de uma escola, mas não revela quem morreu, relata alguns meses antes, até o dia do acidente ou assassinato.

A história acontece principalmente na Escola Pública de Pirriwee, é onde Madeleine, Jane e Celeste constroem uma amizade que as ajuda a passar por dezenas de problemas pessoais. Madeleine sofre, pois foi deixada pelo marido quando Abigail, sua filha mais velha, era apenas um bebê, ela reconstruiu sua vida, casou-se de novo e teve mais dois filhos, mas odeia o fato de seu ex-marido também ter se casado novamente e parece ser um pai fantástico para Skye, filha de seu novo casamento, além disso, Abigail parece ter perdoado o pai e amar a madrasta, Bonnie. Já Celeste é linda, tem um marido lindo e rico, uma vida que dá inveja a muita gente na cidade, ela teve dificuldade para engravidar, mas conseguiu ter seus dois filhos, os gêmeos que são muito muito bagunceiros e só o pai, Perry, consegue domá-los. Jane é mãe solteira e o pai de Ziggy é um grande mistério tanto para o menino, quanto para a família e amigos da garota.

“Tudo em volta dela era colorido: de cores fortes e vibrantes. Ela era a única coisa sem cor na casa inteira.”

No primeiro dia da escola Ziggy é acusado de bullying e Jane, que tinha se mudado procurando uma vida melhor e mais tranquila para ela e seu filho, se vê a ponto de desistir de tudo e são as amigas, agora inseparáveis, Madeleine e Celeste que a ajudam a passar por tudo, pelos problemas na escola e pelos falatórios e olhares de outros pais.

Em cada capítulo a autora incluiu trechos do depoimento que vários pais e pessoas da escola dão a polícia, o que muitas vezes acaba trazendo humor ao livro, devido aos comentários engraçados e interpretações diferentes da mesma cena.

“— Eu mentiria por você — disse Celeste. — Sei mentir.
— Eu sei que você sabe. — Os olhos de Bonnie estavam brilhando. — Acho que você
deve ser muito boa nisso também. — Ela deu um passo para a frente e pôs a mão no braço de Celeste. — Mas agora você pode parar. “

Em Pequenas Grandes Mentiras,  Liane Moriarty conseguiu reunir humor, suspense, aventura e emoção, além de discutir temas como bullying, violência doméstica e dramas familiares. Leitura mais que recomendada!!

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E pra quem não sabe, a HBO produziu uma série baseada no livro e ficou incrível, o elenco conta com Nicole KidmanReese Witherspoon e Shailene Woodley, além do lindíssimo Alexander Skarsgard.

Por Amanda Padovan

Quotes de Jogo de Espelhos

“Percebi que não seriam meus pais que me salvariam, que dariam um jeito em mim ou me ajudariam. Eles estão tão ocupados se autodestruindo que eu e minha irmã mais nova, Gracie, não passamos de dano colateral.” Pág. 17

“Eu me inflei como um balão por causa deles, eu me transformei em esqueleto por causa deles, e nada mudou. A não ser eu.” Pág. 49

“Ela quer todas as atenções, porque tem medo de ficar sozinha.
Ela quer ser querida por todos porque, às vezes, lá no fundo, ela se odeia.” Pág. 130

“Eu sou assim, e não me encaixo em nenhuma categoria, além da que criei para mim mesma, e por que isso faria diferença para as outras pessoas? Eu só quero ser eu mesma.” Pág. 197

“Não tem nada de errado em ser quem a gente é de verdade. E, por um instante, sinto a ansiedade deixando meu corpo e paro de olhar para mim mesma no espelho e olho a cidade pela janela do quarto, as luzes de milhões de vidas piscando no horizonte.” Pág. 197

“Me sinto livre, porque hoje quebrei mais uma barreira que me impedia de ser eu mesma, atravessei mais uma ponte em direção à vida que desejo. E, pelo menos por enquanto, estou me sentindo bem por tê-la atravessado, mesmo que ela tenha se destruído depois da minha passagem.” Pág. 198

“É só o que eu quero, mãe, é me sentir bem sendo quem eu sou e amar quem meu coração escolher. Não quero magoar nem causar repulsa em ninguém. Eu só quero ser eu mesma.” Pág. 225

“Sinto dor no corpo inteiro, como se cada pedaço de mim tivesse sido ferido, por dentro e por fora. Eu só quero que isso passe.” Pág. 227

Resenha Jogo de Espelhos – Cara Delevingne

O que você vê quando se olha no espelho?

Autora: Cara Delevingne e Rowan Coleman             Editora: Intrínseca

Sinopse:

Naomi, Rose, Leo e Red são adolescentes enfrentando aquela fase em que se relacionar no colégio é tão difícil quanto encarar os próprios problemas. Red tem uma mãe alcoólatra e um pai ausente; o irmão de Leo está na prisão; Rose usa sexo e drogas para mascarar traumas antigos e Naomi se esconde atrás de peruca e maquiagem pesada.
Quatro adolescentes tão diferentes viram melhores amigos quando são obrigados a formar uma banda. O que era uma tarefa chata vira a famosa e popular Mirror, Mirror. Através da música, eles encontram um caminho para encarar o mundo de outra forma.
Mas tudo desmorona quando Naomi some misteriosamente e é encontrada, dias depois, entre a vida e a morte. O acidente desestrutura a banda e, consequentemente, a vida de todos. A sólida relação de amizade que eles achavam estar construindo tinha uma rachadura, e tudo o que restam são dúvidas e vazios. O que aconteceu com Naomi? Foi um acidente ou um ataque? Por que ela fugiria e deixaria a banda para trás? Por que esconderia segredos dos seus melhores amigos? Para desvendar o mistério por trás dessa história, Red e os amigos entram em uma investigação que vai desenterrar seus próprios segredos obscuros e fazê-los confrontar a diferença entre o que eles realmente são de verdade e a imagem que passam para o mundo.
Em seu romance de estreia, a modelo e atriz Cara Delevingne revela mais um talento ao apresentar um olhar fresco e sagaz sobre questões atuais da juventude: amizade, bullying, identidade, gênero, transtornos emocionais, a influência perigosa das mídias sociais nas relações e o poder destruidor da imagem.

O livro conta a história de 4 adolescentes, Red, Leo, Rose e Naomi, juntos eles formam a banda Mirror, Mirror e fazem sucesso entre os jovens, mas tudo muda quando Naomi desaparece e fica ainda pior quando a encontram desacordada e muito machucada. Com a amiga entre a vida e a morte, o grupo se junta para tentar descobrir o que aconteceu com a amiga, será que foi um acidente? Será que ela tentou suicídio? Ou pior ainda, será que alguém fez isso com ela?

“Eu me inflei como um balão por causa deles, eu me transformei em esqueleto por causa deles, e nada mudou. A não ser eu.” Pág. 49

E Jogo de Espelhos, além de ver a luta para descobrir o que aconteceu com Naomi, vemos a luta diária desses garotos para passar pelos problemas da adolescência e os que têm em casa. Pais alcoólatras, adúlteros, que não os enxergam, problemas financeiros, bullying, estupro, são só alguns dos obstáculos que esses jovens têm que enfrentar.

A leitura é rápida, fácil e envolvente, com drama e suspense na dose certa e personagens cativantes, um livro que me surpreendeu demais e que recomendo muito a leitura!

“É só o que eu quero, mãe, é me sentir bem sendo quem eu sou e amar quem meu coração escolher. Não quero magoar nem causar repulsa em ninguém. Eu só quero ser eu mesma.” Pág. 225

Por Amanda Padovan

Quotes de Isla e o final feliz – Stephanie Perkins

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“Queria que Josh olhasse para mim do mesmo jeito que olha para os próprios desenhos, porque então ele veria que há algo a mais em mim além da timidez, assim como vejo que há muito mais nele além da preguiça.”  (pág. 11)

 

“Eu queria que o mundo nos engolisse aqui, agora, por inteiro, nesse exato momento. E é aí que a ficha cai, que me dou de que isso – isso – é se apaixonar.” (pág. 93)

 

“Não acredito que os adultos fazem isso todos os dias. E não estou me referindo ao sexo, embora seja maravilhoso, mas a coisas como essa. Escovar os dentes na mesma pia. Será que os adultos se dão conta de como têm sorte? Ou esquecem que esses pequenos momentos são na verdade pequenos milagres? Não quero me esquecer disso nunca.” (pág. 161)

 

“Se continuar na sua zona de conforto, nunca vai descobrir quem é. Eu sei quem você é e amo você desse jeito.” (pág. 242)

Por Amanda Padovan

Quotes de Tartarugas até lá embaixo – John Green

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“… eu estava começando a entender que a vida é uma história que contam sobre nós, não uma história que escolhemos contar.” (pág. 9)

 

“Qualquer um pode olhar para você, mas é muito raro encontrar quem veja o mesmo mundo que o seu.” (pág. 16)

 

“O verdadeiro terror não é ter medo, é não ter escolha senão senti-lo.” (pág. 28)

 

“Quem vê o mundo como ele realmente é se preocupa. A vida é preocupante mesmo.” (pág. 55)

 

” Toda perda é única. Não dá para saber como é a dor de outra pessoa, da mesma forma que tocar o corpo de alguém não é o mesmo que viver naquele corpo.” (pág. 164)

 

“Nossos corações estavam partidos nos mesmos lugares. Isso é parecido com amor, mas talvez não seja exatamente a mesma coisa.” (pág. 193)

 

“No fundo ninguém entende o que se passa com o outro. Está todo mundo preso dentro de si mesmo.” (pág. 228)

 

“O problema dos finais felizes é que ou não são realmente felizes, ou não são realmente finais, sabe? Na vida real, algumas coisas melhoram e outras pioram. E aí a gente morre.” (pág. 258)

Por Amanda Padovan